D’ O Guarani de José de Alencar e Carlos Gomes aos Guaranis do clown Benjamin: Diálogos entre literatura, cinema, circo e música
DOI:
https://doi.org/10.14591/aniki.v5n1.350Palabras clave:
Cinema silencioso, Cinema e som, cinema e históriaResumen
Na aurora do século XX, o Circo Spinelli faz encenar a “pantomima histórica” Os Guaranis, de Benjamin de Oliveira, baseada em duas versões de O Guarany, ambas obras símbolos do patriotismo brasileiro: o romance histórico de José de Alencar (1857) e a ópera de Carlos Gomes (1870). O sucesso da pantomima do clown negro Benjamin, também protagonista da obra, a faz migrar do palco circense à tela do cinema, aumentando-se a orquestra do Cinema-Palace nas ocasiões de exibição da fita. Este artigo reflete sobre os sentidos construídos pela adaptação de Benjamin ao palco do circo-teatro e à tela, colocando em primeiro plano os deslocamentos operados pela produção cultural em tempos de primeiro cinema.


