A imagem que faz sintoma

Sobre o método naturalista de Cláudio Assis

  • Bruno Leites Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Departamento de Comunicação, 90035-007, Porto Alegre
Palavras-chave: Teoria dos cineastas, espectador, sintoma, naturalismo, Cláudio Assis

Resumo

Neste artigo, investigo enunciados proferidos e imagens produzidas por Cláudio Assis, buscando compreender a concepção que o cineasta faz a respeito do seu próprio cinema e do espectador que visa atingir. A conjugação de Assis entre a necessidade de desconfortar e a de satisfazer o espectador indicam que o cineasta compreende a imagem como uma materialidade que deve provocar experiências de sintoma em coletividade.

Biografia Autor

Bruno Leites, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Departamento de Comunicação, 90035-007, Porto Alegre

Bruno Leites é docente na área de fotografia, vinculado ao Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Brasil. Atualmente, é coordenador do seminário temático Teoria de Cineastas, da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE). Em 2017, defendeu tese sobre o cinema brasileiro naturalista dos anos 2000, no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRGS, com estágio doutoral no Instituto de Pesquisa Sobre o Cinema e o Audiovisual (IRCAV), Sorbonne Nouvelle – Paris 3.

Publicado
2020-07-14