Filmes de paisagem psicológicos: abordagens narrativas e estilísticas

Autores

  • David Melbye United International College, Division of Culture and Creativity, Cinema and Television Programme, 519085, Zhuhai

DOI:

https://doi.org/10.14591/aniki.v4n1.267

Palavras-chave:

Cinema e Paisagem, Alegoria Fílmica, Cinema Modernista

Resumo

Este artigo pretende discutir abordagens formalistas à tentativa de tornar psicológicos cenários naturais no cinema ou, por outras palavras, à tentativa de fazer com que paisagens possam transpor a sua função habitual enquanto pano de fundo narrativo. Por “formalista” entenda-se que semelhante abordagem da representação visual é, ao mesmo tempo, intrinsecamente agressiva e experimental (sendo que um aspecto implica o outro), especialmente se compararmos esta abordagem com formas de expressão mais realistas. Em vez de personagens humanos retratados dentro de uma natureza autêntica, como no típico western do cinema clássico de Hollywood, é a topografia da paisagem que se torna reflexo de uma consciência humana particular.

Biografia Autor

David Melbye, United International College, Division of Culture and Creativity, Cinema and Television Programme, 519085, Zhuhai

David Melbye é actualmente Professor Associado no Programa em Cinema e Televisão da United International College em Zhuhai, China. Até agora, publicou dois livros: Landscape Allegory in Cinema (Palgrave 2010) e, mais recentemente, Irony in The Twilight Zone: How the Series Critiqued Postwar American Culture (Rowman 2015). Trabalhou na Royal Film Commission da Jordânia, como Professor/Pesquisador Visitante Fulbright, e doutorou-se na Escola de Artes Cinematográficas da University of Southern California.

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Publicado

2016-11-08

Edição

Secção

Dossier Temático