Design (tele-)audiovisual: os gestos de montagem em Black Mirror
DOI:
https://doi.org/10.14591/aniki.v6n1.463Palavras-chave:
imagem-montagem, aesthesis, vinheta de abertura, pathosformeln, ficção científica.Resumo
Na busca por uma filosofia do atual tele-audiovisual, como a série Black Mirror nos afeta? Montagem comumente é associada a três operacionalidades entre a transparência e a opacidade: 1. as lógicas do cinema clássico – continuidade (raccords) e inserções da paralela (ou alternada) –, 2. as dialéticas vanguardistas da escola soviética e 3. os “subversivos” jump cut e split screen. No entanto, a potência da obra se dá através de outros gestos de montagem. Esse ensaio é uma análise crítica sobre as estéticas da imagem-montagem ali presentes: operacionalidades reflexivo-criativas do design em movimento na remixabilidade profunda das artes e das técnicas.


