"O homem da câmara de filmar" como obra futurista e o posicionamento ético de Dziga Vertov
Tipo
Mestrado
Autor(es)
Sandra Fernandes Nunes
Instituição
Universidade do Porto
Ano
2007
Resumo
Nesta dissertação de mestrado analiso, por um lado, a temática, a mise-en-scène e a montagem do documentário “O Homem da Câmara de Filmar” (1929) de Dziga Vertov .
Através desta análise defendo este documentário, na sua forma e no seu conteúdo, como uma obra futurista. Por outro lado, questiono os princípios éticos que estiveram por detrás
da criação deste documentário. A câmara oculta de Dziga Vertov, a técnica do improviso, o “Kino-Pravda” e a falta de consentimento informado das suas personagens.
Abstract
In this master's degree dissertation I analyze, on a side, the theme, the mise-en-scène and the film edition of Dziga Vertov´s documentary “The Man with the Moving Camera” (1929). Through this analysis I defend the documentary, in his form and in his content, as a futuristic work. On the other side, I question the ethics principles that were behind the creation of this documentary. The hidden camera of Dziga Vertov, the impromptu technique, the "Kino-Pravda" and the lack of permission found out about his characters.
Palavras-chave
Documentário; Dziga Vertov; Ética
Keywords
Documentary; Dziga Vertov; Ethics
Publicação
Porto : [s.n], 2007
Observações
Dissertação orientada pelo Professor Doutor Alexandre Cardoso Marques
Desde 2006. Base de dados criada no âmbito do Projecto Teoria e Estética do Documentário, financiado pela FCT e continuado pelas parcerias LabCom - Laboratório de Comunicação e Conteúdos Online, UBI - Universidade da Beira Interior, e, AIM - Associação de Investigadores da Imagem em Movimento.
Contactos: LabCom: Manuela Penafria (manuela.penafria@gmail.com) e
AIM: Daniel Ribas (ribas.daniel@gmail.com)