Olhar o céu, ouvir a terra: anotações sobre corpo, memória e paisagem no cinema de James Benning e de Cao Guimarães
DOI:
https://doi.org/10.14591/aniki.v4n1.270Palabras clave:
Poética, Deslocamento, Corpo, Memória, PaisagemResumen
Através da abordagem de quatro filmes, a autora ressalta a importância das poéticas do deslocamento nas relações entre corpo, memória e paisagem. Seguindo o pensamento dos filósofos franceses Gilles Tiberghien e Anne Cauquelin, a paisagem é pensada como um meio ambiente físico que faz surgir uma relação. A ideia da paisagem como uma relação permite um avanço para uma reflexão que se desenvolve no texto através da noção de vestígio. Baseada no pensamento do filósofo Emmanuel Lévinas sobre esse conceito, abordam-se dois trabalhos do artista norte-americano James Benning e outros tantos do artista brasileiro Cao Guimarães. Desse modo, identifica-se, na organização de vestígios, uma tendência recorrente na produção audiovisual contemporânea.Descargas
Publicado
2016-11-21
Número
Sección
Dossier temático


