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VIII Encontro Anual da AIM

16 a 19 de maio, 2018
Universidade de Aveiro - Departamento de Línguas e Culturas

CHAMADA DE TRABALHOS

Prazo de submissão: 30 de novembro de 2017.

Consulte também a FAQ. Ou submeta a sua proposta. Descarregue em formato pdf.

 

Chamadas para Trabalhos de Grupos de Trabalho: ver nesta página, mais em baixo.

 

Chamada para Trabalhos genérica:
O VIII Encontro Anual da AIM terá lugar na Universidade de Aveiro, Departamento de Línguas e Culturas, nos dias 16, 17, 18 e 19 de maio de 2018, numa organização conjunta da AIM e do Departamento de Línguas e Culturas. O Encontro Anual da AIM é uma conferência internacional onde todas as propostas serão submetidas a revisão por pares e serão publicadas atas em formato eletrónico.

Criada em 2010, a AIM pretende reunir em Portugal o conjunto de investigadores que têm em comum objetos e temas de pesquisa relacionados com a imagem em movimento. Com este objetivo, realizaram-se já seis encontros anuais: na Universidade do Algarve, Faro (2011), na Universidade Católica Portuguesa, Lisboa (2012), na Universidade de Coimbra (2013), na Universidade da Beira Interior, Covilhã (2014), no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (2015), na Universidade Católica Portuguesa, Porto (2016) e na Universidade do Minho, Braga (2017).

Os conferencistas convidados deste Encontro, cuja presença já está confirmada, são: Manthia Diawara, Dorota Ostrowska e Ian Craven. Manthia Diawara é escritor, cineasta, teórico cultural, académico e historiador da arte. É professor universitário na Universidade de Nova York, onde também é Diretor do Instituto dos Assuntos Afro-Americanos. Dorota Ostrowska é professora e investigadora de estudos fílmicos e novos media em Birkbeck, Universidade de Londres (Reino Unido). Ian Craven é professor de estudos fílmicos e televisão na Universidade de Glasgow (Reino Unido).


A AIM convida-o a submeter propostas de comunicação, em português, inglês ou castelhano, que não excedam os 1500 carateres (incluindo espaços), nas seguintes áreas (que poderão ser alargadas a outras): cinema, televisão, vídeo e media digitais.

As propostas para Encontro Anual podem ser submetidas por membros da AIM (inscrição gratuita) e por não-membros (taxa de inscrição de 50€, após aceitação). As contribuições poderão assumir a forma de comunicações individuais ou painéis pré-constituídos. Alguns painéis poderão ter respondentes. Os proponentes que já sejam membros da AIM terão de renovar a sua inscrição e proceder ao pagamento das quotas (30€/normal; 20€/estudante) relativas à anuidade de 2018 até 30 de novembro de 2017.

Todas as propostas, incluindo dentro dos grupos de trabalho, devem ser submetidas através de formulário próprio em: http://aim.org.pt/encontro/viii/sub.php

Chamadas de Trabalho específicas dos Grupos de Trabalho da AIM.

Grupo de Trabalho Proposta
Cultura Visual Digital

Sugestão de tópicos:

  • arqueologia dos media
  • história das técnicas cinematográficas e televisivas
  • formas culturais nativas da Internet 2.0
  • modos de produção, exibição e distribuição digitais e a Internet 2.0
  • relocalização da experiência cinematográfica
  • teorias do dispositivo cinematográfico/audiovisual
  • ideologias da cultura audiovisual contemporânea
  • críticas da cultura participatória
  • animação, documentário, live cinema, realidade virtual, transmedia, videoclipe, vídeo-ensaio

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: mpinhoalves@gmail.comnog.luis@gmail.com

   
História do Cinema Português

Comunidades cinéfilas em Portugal no séc. XXI

Sugestão de tópicos:
Esta chamada pretende fazer um diagnóstico das comunidades cinéfilas em Portugal no séc. XXI, nomeadamente a forma como se constrói cânones cinéfilos na era pós-digital e sobretudo a forma como esses cânones circulam e são ou não apropriados pela cultura cinematográfica dominante.
Convidam-se interessados em desenvolver casos de estudo sobre comunidades cinéfilas com experiências diferenciadas, nomeadamente: Cineclubes; Festivais de cinema e similares; salas de cinema de bairro; MUBI/Letterboxd/IMDb; À Pala de Walsh; My Two Thousand Movies; Lucky Star; entre outros.

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: paulomfcunha@gmail.com

   
Cinemas em Português

O Grupo de Trabalho Cinemas em português convida os seus integrantes, os associados da AIM, e investigadores interessados no tema, a enviar propostas individuais de comunicações para a organização de painéis pré-constituídos a submeter ao VIII Encontro Anual da AIM, a ocorrer de 16 a 19 de maio de 2018, nas instalações do Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro, Portugal.

Entre os objetos de estudo deste Grupo de Trabalho, e como potenciais temas orientadores deste Call for papers interno, encontram-se as questões relacionadas aos sistemas de coprodução, distribuição e exibição nas cinematografias da diáspora portuguesa, brasileira e dos países africanos de língua portuguesa.

Interessam-nos as questões relacionadas com a produção, a distribuição, os circuitos de distribuição, a exibição e a circulação destes cinemas. Especial atenção será dada ao trabalho de recolha de dados e às investigações cultural e estética sobre os novos processos de produção e de autoria que construam ligações e que informem sobre a identidade local, periférica e/ou supranacional. Todos os usos do audiovisual/cinema podem ser utilizados em todos os diferentes regimes de existência, expressividade e identidade.

Este ano as regras de submissão foram alteradas. Todas as propostas devem ser submetidas através do site da AIM, até 30 de novembro, em http://aim.org.pt/encontro/viii/sub.php, isto significa que as propostas não mais passam por uma avaliação prévia dos coordenadores dos GTs mas que, após a avaliação pela Comissão Científica, os coordenadores dos GTs receberão desta Comissão uma pasta com todas as propostas aceites na sua área e com esta informação elaborarão a composição das mesas para o Encontro. As propostas deverão incluir o nome do proponente, filiação institucional, título da proposta, resumo (até 2000 caracteres com espaço) e indicar o GT.

Este Call for Papers interno é responsabilidade do GT Cinemas em português, coordenado por Sílvia Vieira (sivieira.vieira@gmail.com), Leandro Mendonça (leandro@vm.uff.br) e Jorge Cruz, (lcv01.uerj@gmail.com).

   
Paisagem e Cinema

O Grupo de Trabalho 'Paisagem e Cinema' convida a todas as pessoas interessadas, membros e não-membros da AIM, a submeter propostas de comunicação que tenham como tema principal a representação cinematográfica de paisagens espectrais, isto é, aquelas paisagens que sugerem a presença de uma ausência: podem ser locais abandonados, casas mal-assombradas, cenas de crimes, cemitérios, monumentos ou lugares de memória – lugares que encarnam ou simbolizam a memória histórica de uma determinada comunidade. Todas estas paisagens apresentam uma ligação especial com o passado, até o ponto de dar a impressão de estar habitadas por espectros, espíritos ou fantasmas, que mantêm viva a memória dos acontecimentos –felizes ou traumáticos– que um dia decorreram lá. O objectivo principal deste call for papers interno é, portanto, analisar a construção cinematográfica destas paisagens, assim como os seus respectivos significados políticos, sociais ou culturais, com o intuito de compreender as diferentes formas de permanência do passado e da sua mitologia no presente.

Para além deste tema específico, as pessoas interessadas em participar nos painéis organizados por este GT também podem enviar propostas relacionadas com os nossos principais eixos de estudo, isto é, as relações entre a paisagem e o cinema, a sua interpretação cultural, a sua evolução histórica e a sua dimensão estética.

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar:
Filipa Rosário: filiparosario@gmail.com
Iván Villarmea: ivillarmea@gmail.com

   
Outros Filmes

O Grupo de Trabalho ‘Outros Filmes’ convida todos os interessados, membros e não-membros da AIM, a submeterem propostas de comunicação para o painel temático que integrará o VIII Encontro Anual da AIM. As propostas deverão trazer contributos teóricos, metodológicos e empíricos para a investigação de filmes marginais ou não-canónicos (i.e. documentários industriais; filmes amadores e domésticos; cine-jornais; filmes publicitários; etc.), bem como para uma reflexão informada sobre arquivos e ‘o arquivo’. Para além deste âmbito geral, e sem prejuízo para outras temáticas que se coadunem com os objectivos gerais do GT (aim.org.pt/grupos.php), propomos para este ano o tema específico cinema e educação.

A relação entre o cinema e a educação é quase tão antiga quanto a própria história do cinema. Ainda na primeira metade do século XX, o cinema já encontrava espaço nas salas de aula, sendo entendido como uma potente ferramenta pedagógica. Passado mais de um século, essa relação expandiu-se e novas formas de ver e produzir imagens surgem dentro do espaço escolar. No âmbito da atenção que o GT pretende dedicar aos “outros usos” das imagens em movimento, interessa-nos investigar não só os filmes educativos, realizados com propósitos claramente pedagógicos, mas também os filmes produzidos num contexto educacional, i.e. na sala de aula. A partir da relação entre cinema e educação podemos colocar uma série de questionamentos que vêm sendo abordados no GT. De que forma é que os filmes educativos podem mudar a percepção que temos da história do cinema e das várias cinematografias nacionais? Tomando o impulso educativo de uma forma mais lata, quais são as fronteiras que separam o cinema educativo do cinema militante e de propaganda? A que estratégias formais e sociais (ex. de exibição) recorrem uns e outros? Que conexões podemos estabelecer entre o gênero do cinema amador e os filmes feitos em sala de aula? Como se deu e dá a circulação e a preservação dessa produção considerada “menor”?

As propostas deverão ser apresentadas em português, não devendo exceder os 1500 carateres (incluindo espaços), através de formulário próprio em:
O prazo de submissão é 30 de novembro de 2017. São particularmente bem-vindas propostas que apresentem estudos de caso originais oriundos de várias cinematografias nacionais. Para o esclarecimento de dúvidas é favor contactar as coordenadoras:

Thaís Blank: thais.blank@fgv.br
Sofia Sampaio: psrss@iscte-iul.pt
Raquel Schefer: raquelschefer@gmail.com

O GT Outros Filmes existe desde 2014. Em 2017 inaugurou o seu blogue, que recebe textos numa base permanente e pode ser consultado aqui: http://outrfilmes.hypotheses.org/

   
Teoria dos Cineastas

Sugestão de tópicos:
- metodologia(s) para a elaboração da teoria do cineasta
- relação do cineasta com o espectador
- modo como os cineastas se influenciam mutuamente
- conceitos dos cineastas que contribuem para discutir problemáticas da teoria do cinema
- processo criativo dos cineastas
- manifestos e palavras de ordem dos cineastas

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: baggioeduardo@gmail.com e manuela.penafria@gmail.com

   
Narrativas Audiovisuais

Em geral:
A narrativa fez, desde sempre, parte da existência do ser humano e da vida das sociedades. No seu sentido mais básico, uma narrativa pressupõe uma evolução de um estado (um princípio) para outro (um fim), a qual se verifica no tempo e é agenciada por alguém (autor, narrador, personagem) ou algo (câmara, próprio filme) (Jost e Gaudreault, 1990), o que não pressupõe necessariamente um princípio de “verdade”. Em narratologia (Gérard Genette), o ato de narrar é conhecido por enunciação (em inglês: “storytelling”) e o conteúdo da narrativa é o enunciado ou história (em inglês: “story” [told]). Deste modo, ao estudo da narrativa está inerente a distinção fundamental entre discurso e mensagem.
O grupo de trabalho de Narrativas Audiovisuais da AIM dedica-se ao estudo do conteúdo e da forma narrativa em todos os produtos processos audiovisuais, compostos tanto de imagens como de sons (em conjunto ou em separado) e em todos os canais de difusão, orientados para todos os tipos de público. Os campos da literatura, da publicidade, da psicologia, dos meios de comunicação social, bem como a ligação a outras formas de arte são relevantes neste âmbito, desde que as comunicações se atenham à forma e conteúdo narrativos (entenda-se narratológicos) e ao seu processo e resultado.
Procuramos propostas inovadoras, teorias originais, análises fílmicas criativas e matéria para muita reflexão posterior.

Algumas hipóteses particulares, entre outras:

  • Importância da narrativa.
  • Construção de Mundos ficcionais.
  • A Jornada do Herói.
  • História e enredo.
  • Questões de enunciação.
  • Fórmulas narrativas clássicas.
  • Contestação, teórica ou prática, à narrativa clássica.
  • Experimentalismo Formal.
  • Narrativas sobre a narrativa /metaficção / metanarrativa.
  • Estruturas não lineares.
  • Narrativas ditas “complexas”.
  • Modos de interatividade e videojogos.
  • Mundos alternativos.  
  • Envolvimento psíquico por parte do espectador.
  • Contributo analítico do espectador. 
  • Prática de guionismo / escrita de argumento.
  • Recorrências, encaixamentos, metalepse, e outros padrões narrativos.
  • Temas (usados por quem, em que contextos).
  • (In)verosimilhança narrativa.
  • Contextos narrativos.
  • Formas narrativas e sociedade, cultura, ciência, religião, arte.
  • Histórias, mitos, lendas.
  • Qualquer aspeto particular da construção de histórias (personagens, desenlace, twist, ausência de diálogos...)

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: chinita.estc@gmail.com

   
O Cinema e as Outras Artes

Sugestão de tópicos:
Cinema e Literatura
Cinema e Música
Cinema e Dança
Cinema e Pintura
Cinema e Arquitetura
Cinema e Escultura
Cinema e Teatro
Cinema e Artes Plásticas
Cinema e Artes Performativas
Cinema e Fotografia
Cinema e Vanguardas Artísticas

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: Antonio Fatorelli <afatorelli@gmail.com>, Nelson Araújo nelsonama70@hotmail.com, Anabela Branco de Oliveira <literaturaecinema@gmail.com>

   
Cinema e Educação

Desde a sua invenção, o cinema, o cinema tem-se assumido não apenas como um objeto estético com especificidades próprias, mas também como objeto e recurso formativo e educativo. No entanto, frequentemente, tem sido lido de forma superficial e subjetiva, descaracterizando o seu potencial como um objeto de conhecimento. Tal como ler um livro, apreciar e ler um filme requer um mínimo de informações acerca de aspetos diferenciados sobre a sua linguagem. Com efeito, o cinema tem sido, cada vez mais, utilizado como recurso didático, porque, efetivamente, possui uma linguagem inventiva e uma narrativa composta por temas e conteúdos quase ilimitados. Educar para a leitura fílmica, neste contexto, significa sensibilizar-se, saber sensibilizar, formar o estudante por meio de experimentação e envolvê-lo em todo o processo de aprendizagem. Tal formação será o primeiro passo para combater um certo alheamento da escola em relação ao cinema. Fornecer meios aos professores para que acedam aos filmes é um passo fundamental para que se passe da instrumentalização do cinema à compreensão da sua especificidade e importância. Só assim será possível ensaiar a formação dos próprios estudantes, promovendo o visionamento de filmes de diversas proveniências e estilos, levando ao conhecimento e análise da imagem, provocando o debate no sentido crítico e fomentando a sua sensibilidade e criatividade. Como afirma Fresquet (2013) com o cinema como parceiro, a educação tende a inspirar-se provocando as práticas pedagógicas esquecidas da magia do que significa aprender.
A presente call centra-se, pois, nas possíveis relações entre o cinema, a educação e a investigação que se tem desenvolvido neste campo, com destaque para as diferentes experiências artísticas do cinema produzidas em contexto educativo, para o uso didático do cinema em diferentes áreas curriculares, disciplinares e níveis de ensino e para a criação de ecossistemas educomunicativos potenciadores da utilização da linguagem cinematográfica.

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: jmoreira@uab.pt; pmalves@porto.ucp.pt; elsa.mendes@pnc.gov.pt

   
   

Todas as propostas, incluindo dentro dos grupos de trabalho, devem ser submetidas através de formulário próprio em: http://aim.org.pt/encontro/viii/sub.php

 

FAQ - SUBMISSÃO DE PROPOSTAS

Como se faz uma proposta de comunicação?
Uma proposta identifica, clara e sucintamente, vários elementos fundamentais:

  • a definição e delimitação do objeto/assunto da investigação a ser apresentada;
  • a relevância e pertinência académica da proposta; como é que este objeto/assunto avança o conhecimento anterior? Porque é importante?
  • a metodologia da investigação/análise; como será que esta comunicação atinge os seus objetivos?

Para além disso, resumos eficazes são bem escritos, apresentam uma versão sintetizada da comunicação a ser escrita e estão de acordo com os parâmetros exigidos (número de carateres).

 

Quem pode apresentar propostas de comunicação?

  • Cada proponente poderá apresentar apenas uma proposta de comunicação.
  • As comunicações poderão ser apresentadas por coautores, desde que um dos proponentes esteja devidamente inscrito no Encontro Anual da AIM
  • Todas as comunicações terão a duração máxima de 20 minutos, independentemente do número de coautores ou do número de comunicações por painel.

 

Como funcionam os Painéis Pré-Constituídos?
Os painéis pré-constituídos são painéis temáticos com a duração máxima de 1h45m, com um mínimo de três e, preferencialmente, um máximo de quatro comunicações, cujo temas e participantes são definidos pelos respetivos proponentes. Nos painéis pré-constituídos com três participantes, os proponentes poderão sugerir a indicação de um respondente/comentador convidado. Esse convite estará dependente da validação pela Comissão Organizadora e as despesas serão da responsabilidade dos proponentes. Cada painel pré-constituído terá um responsável, que deve responder a todas as solicitações da organização quando contactado. O responsável deve garantir que todas as propostas de comunicação que o constituem foram submetidas individualmente pelo(s) respectivo(s) autor(es), e por incluir na proposta de painel pré-constituído todas as informações solicitadas no formulário próprio. Serão privilegiados, no processo de seleção, os painéis pré-constituídos que não tenham mais do que duas comunicações apresentadas por investigadores filiados na mesma instituição de ensino superior/investigação científica.

Nota: Não serão aceites propostas de painel pré-constituído cujas informações não coincidam com as propostas de comunicação submetidas individualmente. Aconselha-se, assim, o responsável pelo painel pré-constituído a garantir que todas as propostas de comunicação que o compõe sejam submetidas prévia e individualmente, de modo a que possam propor o respectivo painel/corrigir eventuais discrepâncias, atempadamente.

O prazo para submissão de propostas termina a a 30 de novembro de 2017.

SUBMETER PROPOSTA

 

[contato: encontro@aim.org.pt]