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IX Encontro Anual da AIM

13 a 16 de maio, 2019
Universidade de Santiago de Compostela - Faculdade de Geografia e História

CHAMADA DE TRABALHOS

Prazo de submissão: 15 de novembro de 2018.

Consulte também a FAQ. Ou submeta a sua proposta. Descarregue em formato pdf.

 

Chamadas para Trabalhos de Grupos de Trabalho: ver nesta página, mais em baixo.

 

Chamada para Trabalhos genérica:
O IX Encontro Anual da AIM terá lugar na Universidade de Santiago de Compostela entre 13 e 16 de maio de 2019, numa organização conjunta da AIM, o Seminário de História do Cinema e Outras Artes Audiovisuais do Departamento de História da Arte da Universidade de Santiago de Compostela (USC) e o Centro de Estudos Fílmicos (CEFILMUS) da USC. O Encontro Anual da AIM é uma conferência internacional onde todas as propostas serão submetidas a revisão por pares e serão publicadas atas em formato eletrónico.

Criada em 2010, a AIM pretende reunir em Portugal o conjunto de investigadores que têm em comum objetos e temas de pesquisa relacionados com a imagem em movimento. Com este objetivo, realizaram-se já oito encontros anuais: na Universidade do Algarve, Faro (2011), na Universidade Católica Portuguesa, Lisboa (2012), na Universidade de Coimbra (2013), na Universidade da Beira Interior, Covilhã (2014), no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (2015), na Universidade Católica Portuguesa, Porto (2016), na Universidade do Minho, Braga (2017) e na Universidade de Aveiro (2018).

A AIM convida à submissão de propostas de comunicação, em português, galego, castelhano ou inglês, que não excedam os 1500 carateres (incluindo espaços), nas seguintes áreas (que poderão ser alargadas a outras): cinema, televisão, vídeo e media digitais.

As propostas para o Encontro Anual podem ser submetidas por membros da AIM (inscrição gratuita) e por não-membros (taxa de inscrição de 60€, após aceitação). As contribuições poderão assumir a forma de comunicações individuais ou painéis pré-constituídos. Alguns painéis poderão ter respondentes. Os proponentes que já sejam membros da AIM terão de renovar a sua inscrição e proceder ao pagamento das quotas relativas à anuidade de 2019 até 15 de novembro de 2018 (30€/normal; 20€/estudante).

O prazo para submissão de propostas termina a 15 de novembro de 2018.

Todas as propostas, incluindo dentro dos grupos de trabalho, devem ser submetidas através de formulário próprio em: http://aim.org.pt/encontro/ix/sub.php

Chamadas de Trabalho específicas dos Grupos de Trabalho da AIM.

Grupo de Trabalho Proposta
Cultura Visual Digital

Sugestão de tópicos:

  • arqueologia dos media
  • história das técnicas cinematográficas e televisivas
  • formas culturais nativas da Internet 2.0
  • modos de produção, exibição e distribuição digitais e a Internet 2.0
  • relocalização da experiência cinematográfica
  • teorias do dispositivo cinematográfico/audiovisual
  • ideologias da cultura audiovisual contemporânea
  • críticas da cultura participatória
  • animação, documentário, live cinema, realidade virtual, transmedia, videoclipe, vídeo-ensaio

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: mpinhoalves@gmail.comnog.luis@gmail.com

   
História do Cinema Português

Comunidades cinéfilas em Portugal no séc. XXI

Sugestão de tópicos: Voltar ao arquivo, rever as fontes
Na última década, vários investigadores têm promovido, através de projectos individuais ou colectivos, um conjunto de propostas de releitura e redefinição dos estudos sobre cinema em Portugal. Através de uma valorização do arquivo e de uma prática arqueológica de pesquisa, que tem resgatado do esquecimento vários núcleos de fontes primárias e secundárias, contribuiu-se, de forma significativa, para rever criticamente vários aspectos da história do cinema em Portugal, tal como se foi canonizando em décadas anteriores. Se, por um lado, esta nova abordagem tem permitido "re-escrever" essa mesma história, sobretudo a partir da academia, por outro, também tem possibilitado desenvolver projectos culturais e artísticos, em várias áreas e formas de expressão, que contribuem para uma democratização do acesso ao arquivo.  O objectivo desta chamada será o de pôr em diálogo análises e reflexões de projectos científicos, académicos, artísticos e culturais, que partam de ou envolvam o arquivo.  

Contactar em caso de dúvidas:  ribas.daniel@gmail.com

   
Cinemas em Português

O Grupo de Trabalho Cinemas em português convida os seus integrantes, os associados da AIM e investigadores interessados no tema, a enviar propostas individuais de comunicações para a organização de painéis pré-constituídos a submeter ao IX Encontro Anual da AIM, a ocorrer de 13 a 16 de maio de 2019, na Faculdade de Geografia e História da Universidade de Santiago de Compostela, em Espanha.

Sugestão de tópicos:

Entre os objetos de estudo do Grupo de Trabalho Cinemas em português, e como potenciais temas orientadores deste Call for papers interno, encontram-se as questões relacionadas aos sistemas de coprodução, distribuição e exibição nas cinematografias da diáspora portuguesa, brasileira e dos países africanos de língua portuguesa. Interessam-nos as questões relacionadas com a produção, a distribuição, os circuitos de distribuição, a exibição e a circulação destes cinemas. Especial atenção será dada ao trabalho de recolha de dados e às investigações cultural e estética sobre os novos processos de produção e de autoria que construam ligações e que informem sobre a identidade local, periférica e/ou supranacional. Todos os usos do audiovisual/cinema podem ser utilizados em todos os diferentes regimes de existência, expressividade e identidade.

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: Sílvia Vieira: sivieira.vieira@gmail.com; Leandro Mendonça: ljrmendonca@gmail.com; Jorge Cruz: lcv01.uerj@gmail.com

   
Paisagem e Cinema

Sugestão de tópicos: Paisagens do Quotidiano

O Grupo de Trabalho ‘Paisagem e Cinema’ convida a todas as pessoas interessadas, membros e não-membros da AIM, a submeter propostas de comunicação que tenham como tema principal a representação cinematográfica das paisagens do quotidiano, isto é, paisagens vividas e experimentadas através do próprio corpo. Estas paisagens podem ser interpretadas como um registo visual das imagens ambientais que os moradores de um determinado território –sejam personagens de uma ficção ou pessoas reais em um documentário– se têm formado dos seus espaços quotidianos, aqueles que habitam ou transitam com maior freqüência. Podem ser imagens de espaços residenciais ou laborais, podem incluir a presença do corpo ou apenas de algum rastro da sua atividade, e podem mesmo ser paisagens naturais, sem quase intervenção humana, além do fato da sua própria contemplação: dos socalcos à beira do Douro que Manoel de Oliveira filmou em Vale Abraão (1993) ou O Estranho Caso de Angélica (2010) até o grande plano geral das brasileiras nudistas no alto de um prédio da periferia lisboeta que Miguel Gomes incluiu em As Mil e Uma Noites (2015), sem esquecer, da outra banda do atlântico, as paisagens do sertão nordestino que Karim Aïnouz e Marcelo Gomes fizeram atravessar ao geólogo protagonista de Viajo porque preciso, volto porque te amo (2009), entre muitos exemplos possíveis. O propósito deste call for papers interno é assim analisar os processos de construção visual e conceptual destas paisagens com o intuito de compreender as formas de expressar, partilhar e fixar no imaginário coletivo uma determinada imagem ambiental.

Para além deste tema específico, as pessoas interessadas em participar nos painéis organizados por este GT também podem enviar propostas relacionadas com os nossos principais eixos de estudo, isto é, as relações entre a paisagem e o cinema, a sua interpretação cultural, a sua evolução histórica e a sua dimensão estética.

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, favor contactar: Filipa Rosário: filiparosario@gmail.com IvánVillarmea Álvarez: ivillarmea@gmail.com Ana Costa Ribeiro: costaribeiroana@gmail.com

   
Outros Filmes

O Grupo de Trabalho ‘Outros Filmes’ convida membros e não-membros da AIM a submeterem propostas de comunicação para o painel temático que integrará o IX Encontro Anual da AIM. As propostas deverão trazer contributos teóricos, metodológicos e empíricos alinhados com os objectivos do GT (cf. aim.org.pt/grupos.php). Propomos para este ano, como tema específico, o documentário industrial.

Entre as primeiras imagens de cinema exibidas publicamente, encontramos La sortie de l’usine Lumière à Lyon (1895), dos irmãos Lumière, filmadas à porta de uma fábrica. Imagens semelhantes apareceram por todo o mundo, tais como a Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança (1896), que Aurélio Paz dos Reis, pioneiro do cinema português, filmou na cidade do Porto. A câmara acabou por entrar nas fábricas, filmando máquinas, processos de produção, produtos e operários, dando origem a um género cinematográfico que conheceu diferentes usos e configurações. Entendido, grosso modo, como um género que visa promover uma fábrica ou empresa, um ramo industrial ou, de forma mais geral, um estilo de vida “moderno” assente na actividade industrial – o documentário industrial permanece pouco estudado, apesar de algum interesse recente (ex. Hediger 2009; Martins 2011; Vidal e Veloso 2016; cf. Sampaio 2012). Na esteira destes estudos, bem como dos questionamentos que têm estimulado o nosso GT, perguntamos: Como foram produzidos e como circularam os documentários industriais? Como podem, agora, ser investigados? De que forma é que o seu estudo pode alterar a percepção que temos da história do cinema e das várias cinematografias nacionais? Como é que podem contribuir para um melhor entendimento, não só da história de empresas e organizações, mas também do modo como diferentes nações foram sendo integradas num determinado paradigma de “desenvolvimento”? Como relacionar estes filmes com uma memória colectiva do trabalho? De que forma estão estas imagens a ser reutilizadas e ‘ressignificadas’ em novas produções? Como podem ser programadas e para que públicos?

Referências:
Hediger, V. e Vonderau, P. (2009) Films that Work: Industrial Film and the Productivity of Media. Amesterdão: Amsterdam University Press.
Martins, P.M. (2011) O Cinema em Portugal: Os documentários industriais de 1933 a 1985. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda.
Sampaio, S. (2012) Recensão Crítica de “O Cinema em Portugal: Os documentários industriais de 1933 a 1985”, Ler História, 62: 199-206.
Vidal, F. e Veloso, L. (2016) O Trabalho no Ecrã: Memórias e identidades sociais através do cinema. Lisboa: Edições 70.

São particularmente bem-vindas propostas que apresentem estudos de caso originais oriundos de várias cinematografias nacionais. Para o esclarecimento de dúvidas é favor contactar as coordenadoras:
Sofia Sampaio: psrss@iscte-iul.pt
Thaís Blank: thais.blank@fgv.br
Raquel Schefer: raquelschefer@gmail.com

   
Teoria dos Cineastas

O principal objetivo do GT "Teoria dos Cineastas" é aproximar a teoria do cinema da reflexão dos cineastas no seu contributo para compreenderem quer a sua própria obra, quer o cinema. Pretendemos estimular uma teoria do cinema que tenha como referência fundamental e principal as fontes diretas, ou seja, os filmes e todas as manifestações orais e escritas dos cineastas. E entendemos que o conceito de "cineasta" abrange não apenas o realizador, mas todos os que contribuem para a criação cinematográfica como atores, argumentistas, montadores, diretores de fotografia, etc. O objetivo de estudar o cinema a partir dos cineastas e integrar a teoria do cinema com a teoria, pensamento e poética que cada cineasta elabora, assume-se como uma alternativa ao apoio que a teoria do cinema tem ido buscar a outras áreas disciplinares. Pretendemos, acima de tudo, estimular e testar a novidade e originalidade que o estudo teórico sobre o cinema pode receber da reflexão dos próprios cineastas. De igual modo, pretendemos dar continuidade aos processos de reflexão já existentes sobre o pensamento e poética dos cineastas.

Sugestão de tópicos:
- metodologia(s) para uma teoria do cinema apoiada no pensamento e poética dos cineastas
- conceitos dos cineastas que contribuem para discutir problemáticas da teoria do cinema
- relação do cineasta com o espectador
- modo como os cineastas se influenciam mutuamente
- processo criativo dos cineastas
- manifestos e palavras de ordem dos cineastas

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: andreruig@gmail.com, manuela.penafria@gmail.com

   
Narrativas Audiovisuais

A narrativa fez, desde sempre, parte da existência dos indivíduos e da vida das sociedades. Por um lado, o cérebro humano possui a capacidade de efabular e utiliza-a na sua fértil vida psíquica, tanto a dormir (em sonhos), como acordado (em fantasias). Por outro lado, nas sociedades primitivas a necessidade de atribuir sentido ao mundo gerou mitos fundadores, os quais, porém, no entender de Italo Calvino (1975: 77), são posteriores ao desejo de experimentação vocabular. Assim, as histórias resultantes da imaginação humana não se podem desligar do processo pelo qual são veiculadas. Em narratologia (Gérard Genette), o ato de narrar é conhecido por enunciação (em inglês: “storytelling”) e o conteúdo da narrativa é o enunciado ou história (em inglês: “story” [told]). No seu sentido mais básico, uma narrativa pressupõe uma evolução de um estado (um princípio) para outro (um fim), a qual se verifica no tempo e é agenciada por alguém (autor, narrador, personagem) ou algo (câmara, próprio filme) (Jost e Gaudreault, 1990), o que não pressupõe necessariamente um princípio de “verdade”. Certas narrativas remetem para um referente (ou seja, são discursos factuais) e outras são completamente ficcionais, mas o ímpeto efabulatório persiste em ambas, independentemente de qualquer finalidade ideológica ou comercial, a qual se situa a jusante desta problemática e só muito tangencialmente lhe diz respeito. Convém não confundir discurso com mensagem.

Em cinema e todas as formas audiovisuais dele derivadas, que se encontram em crescente desenvolvimento e multiplicação nesta era pós-cinemática de tecnologias digitais, a narrativa é uma parte intrínseca do objeto artístico e da respetiva experiência, coletiva ou individual. Kenneth Weaver Hope (1975: 49) chega ao ponto de afirmar que vemos em forma narrativa. O grupo de trabalho de Narrativas Audiovisuais da AIM dedica-se ao estudo do conteúdo e da forma narrativa em todos os produtos e processos audiovisuais, compostos tanto de imagens como de sons (em conjunto ou em separado) e em todos os canais de difusão, orientados para todos os tipos de público. O principal objeto de estudo é a imagem (e o som) em movimento e a sua natureza intrínseca

Algumas hipóteses particulares, entre outras:

  • Importância da narrativa.
  • Construção de Mundos ficcionais.
  • A Jornada do Herói.
  • História e enredo.
  • Questões de enunciação.
  • Fórmulas narrativas clássicas.
  • Contestação, teórica ou prática, à narrativa clássica.
  • Experimentalismo Formal.
  • Narrativas sobre a narrativa /metaficção / metanarrativa.
  • Estruturas não lineares.
  • Narrativas ditas “complexas”.
  • Modos de interatividade e videojogos.
  • Mundos alternativos.  
  • Envolvimento psíquico por parte do espectador.
  • Contributo analítico do espectador. 
  • Prática de guionismo / escrita de argumento.
  • Recorrências, encaixamentos, metalepse, e outros padrões narrativos.
  • Temas (usados por quem, em que contextos).
  • (In)verosimilhança narrativa.
  • Contextos narrativos.
  • Formas narrativas e sociedade, cultura, ciência, religião, arte.
  • Qualquer aspeto particular da construção de histórias (personagens, desenlace, twist, ausência de diálogos...)

Em caso de dúvidas sobre este call , contactar: chinita.estc@gmail.com

   
O Cinema e as Outras Artes

Este grupo de trabalho pretende reunir investigações que trabalham as manifestações artísticas no âmbito das relações do cinema com as outras artes. Identifica-se uma dinâmica bidirecional, uma vez que os processos estéticos, neste território, se projetam na transmutação, no discurso fílmico, das mais diversas artes e, no sentido inverso, na presença do cinema nas outras artes. Identificando, nos autores fílmicos, a presença de outras expressões artísticas e analisando a inevitabilidade do cinema na memória estética do artista, este percurso de investigação pretende definir o ato criativo como material de reflexão fílmica, marcar opções interpretativas inerentes ao confronto dialógico, teorizar atitudes criativas e sistematizar transformações discursivas. Pretende também refletir sobre as fronteiras entre géneros e as trocas interinstitucionais da produção de arte hoje, especialmente essa que envolve as artes visuais, as imagens fixas e as imagens em movimento. Através da construção teórica e da análise das múltiplas manifestações artísticas, pretende-se identificar os percursos identitários de cada uma das artes durante o processo dialógico que mantêm com o cinema. Este campo investigativo, particularmente nutritivo para os estudos fílmicos, encontra nas possibilidades operativas da intertextualidade e no regime dialógico da construção artística, processos metodológicos capazes de estruturar o discurso científico. Reconhece-se legitimidade investigadora às disciplinas da teoria e crítica da arte; história da arte; sociologia da arte bem como às formações de âmbito artístico como a arquitetura; pintura; escultura; teatro; fotografia; artes plásticas e claro está o cinema. Serão também analisadas as diversas problemáticas em torno das relações entre cinema e outras artes no processo criativo inerente ao cinema de vanguarda, engajado ou experimental, à videoarte, ao cinema expandido, ao ativismo, ao cinema de artista e a instalação. A produção de conhecimento, numa extração artística no fílmico e do fílmico nas manifestações artísticas, é passível de se realizar em qualquer momento da história do cinema, o que maximiza o nosso recorte cronológico.

Sugestão de tópicos:
Cinema e Literatura
Cinema e Música
Cinema e Dança
Cinema e Pintura
Cinema e Arquitetura
Cinema e Escultura
Cinema e Teatro
Cinema e Artes Plásticas
Cinema e Artes Performativas
Cinema e Fotografia
Cinema e Vanguardas Artísticas

   
Cinema e Educação

O cinema é um objeto estético com especificidades próprias, cuja fruição e leitura requer um mínimo de informações sobre aspetos diferenciados da sua linguagem, de modo a compreendermos mais completamente a sua expressão e o seu impacto recetivo. Toda a experiência fílmica acarreta o potencial de utilização e aplicação vital, quer do ponto de vista formal como não-formal. Assim, o cinema representa um considerável recurso formativo e educativo, concretizado ou em potência. A sua crescente utilização enquanto matéria ou metodologia didática advém da sua linguagem inventiva e de uma capacidade narrativa que promove a abordagem de uma variedade ilimitada de temas e conteúdos, referenciadores da realidade existente ou simulada. Em contexto educativo, o cinema promove modos de experimentação que motivam e envolvem mais ativamente os estudantes no processo de aprendizagem, fortalecendo os ecossistemas educomunicativos nas suas mais variadas formas. Para combater o alheamento da escola e da sociedade em relação ao cinema, passando da sua instrumentalização para a compreensão da sua especificidade e importância sociocultural e educativa, pretendemos explorar o potencial teórico e empírico da sétima arte enquanto fonte de conhecimento, pensamento crítico, sensibilidade e criatividade.

A presente call centra-se, então, nas possíveis relações entre o cinema e a educação, com especial ênfase em perspetivas teóricas, metodológicas ou empíricas focadas em:
- ensinar o cinema (abordagens e projetos pedagógicos que exploram as especificidades artísticas do cinema);
- ensinar com o cinema (propostas de utilização didática do cinema em diferentes áreas curriculares, disciplinares e níveis de ensino);
- ensinar pelo cinema (experiências artísticas de cinema produzidas em contexto educativo).

Em caso de dúvidas sobre este call interno da AIM, contactar: jmoreira@uab.pt, pmalves@porto.ucp.pt ou elsa.mendes@pnc.gov.pt

   
   

Todas as propostas, incluindo dentro dos grupos de trabalho, devem ser submetidas através de formulário próprio em: http://aim.org.pt/encontro/viii/sub.php

 

FAQ - SUBMISSÃO DE PROPOSTAS

Como se faz uma proposta de comunicação?
Uma proposta identifica, clara e sucintamente, vários elementos fundamentais:

  • a definição e delimitação do objeto/assunto da investigação a ser apresentada;
  • a relevância e pertinência académica da proposta; como é que este objeto/assunto avança o conhecimento anterior? Porque é importante?
  • a metodologia da investigação/análise; como será que esta comunicação atinge os seus objetivos?

Para além disso, resumos eficazes são bem escritos, apresentam uma versão sintetizada da comunicação a ser escrita e estão de acordo com os parâmetros exigidos (número de carateres).

 

Quem pode apresentar propostas de comunicação?

  • Cada proponente poderá apresentar apenas uma proposta de comunicação.
  • As comunicações poderão ser apresentadas por coautores, desde que um dos proponentes esteja devidamente inscrito no Encontro Anual da AIM
  • Todas as comunicações terão a duração máxima de 20 minutos, independentemente do número de coautores ou do número de comunicações por painel.

 

Como funcionam os Painéis Pré-Constituídos?
Os painéis pré-constituídos são painéis temáticos com a duração máxima de 1h45m, com um mínimo de três e, preferencialmente, um máximo de quatro comunicações, cujo temas e participantes são definidos pelos respetivos proponentes. Nos painéis pré-constituídos com três participantes, os proponentes poderão sugerir a indicação de um respondente/comentador convidado. Esse convite estará dependente da validação pela Comissão Organizadora e as despesas serão da responsabilidade dos proponentes. Cada painel pré-constituído terá um responsável, que deve responder a todas as solicitações da organização quando contactado. O responsável deve garantir que todas as propostas de comunicação que o constituem foram submetidas individualmente pelo(s) respectivo(s) autor(es), e por incluir na proposta de painel pré-constituído todas as informações solicitadas no formulário próprio. Serão privilegiados, no processo de seleção, os painéis pré-constituídos que não tenham mais do que duas comunicações apresentadas por investigadores filiados na mesma instituição de ensino superior/investigação científica.

Nota: Não serão aceites propostas de painel pré-constituído cujas informações não coincidam com as propostas de comunicação submetidas individualmente. Aconselha-se, assim, o responsável pelo painel pré-constituído a garantir que todas as propostas de comunicação que o compõe sejam submetidas prévia e individualmente, de modo a que possam propor o respectivo painel/corrigir eventuais discrepâncias, atempadamente.

O prazo para submissão de propostas termina a a 15 de novembro de 2018.

SUBMETER PROPOSTA

 

[contato: encontro@aim.org.pt]